Conheça Teresópolis RJ

Origem do nome:

“Teresópolis” é formado pela junção do antropônimo “Teresa” com o termo de origem grega “pólis” (que significa “cidade”), significando, portanto, “cidade de Teresa”. Trata-se de uma homenagem à imperatriz brasileira Teresa Cristina, esposa do segundo Imperador brasileiro D. Pedro II.

História:

Antes da chegada dos primeiros portugueses à região da atual Teresópolis, no século XVI, a mesma era habitada por índios timbiras. Em 1583, índios temiminós da tribo de Arariboia receberam uma sesmaria que incluía a atual Serra dos Órgãos. Ao longo dos séculos seguintes, portugueses foram adquirindo sesmarias na região. A mesma também passou a abrigar, no chamado “Quilombo da Serra”, escravos fugidos das plantações de cana-de-açúcar da Baixada Fluminense.

1ª Descrição do município:

A primeira descrição oficial de Teresópolis foi feita em 1788 por Baltazar da Silva Lisboa, que, em seu relato, descrevia a serra e também a Cascata do Imbuí.

Desenvolvimento:

A Família Imperial Brasileira encantou-se profundamente com as belezas naturais e clima desta região serrana, onde, em frequentes visitas e períodos de férias na região, descansava. As origens de Teresópolis datam, portanto, da primeira metade do século XIX, mais precisamente a partir de 1821, quando o português de origem inglesa George March adquiriu uma grande gleba e transformou-a em uma fazenda-modelo, com sua sede localizada onde atualmente encontra-se o bairro do Alto. A fazenda denominava-se “Santo Antônio” ou “Sant’Ana do Paquequer” e acabou por gerar o primeiro povoado de maior importância ao longo do caminho que ligava a Corte à província das Gerais, desenvolvendo, de maneira considerável, a sua agricultura e pecuária e o veraneio da região. Lentamente, o povoado foi se desenvolvendo e passando à categoria de Freguesia de Santo Antônio do Paquequer, através do Decreto Provincial nº 829, de 25 de outubro de 1855.Todo o crescimento e posterior desenvolvimento deste pequeno núcleo se verificou no sentido Norte-Sul, isto é, os comerciantes que vinham das Minas Gerais em direção ao Porto da Estrela, nos fundos da Baía de Guanabara, passando por Petrópolis, visavam a esta região como ponto estratégico de repouso.

Fundação do município

Em 6 de julho de 1891, através do Decreto 280 do então governador Francisco Portela, a freguesia foi alçada à condição de município, com sede na freguesia de Santo Antônio do Paquequer ou “Teresópolis”, em homenagem à Imperatriz Dona Teresa Cristina, esposa de D. Pedro II, sendo desmembrado o seu território do município de Magé. A partir da República, graças à Lei Estadual nº43 de 31 de janeiro de 1893, a vila de Teresópolis é elevada à categoria de cidade e o Município de Teresópolis fica composto por dois distritos: Teresópolis e Santa Rita. Santa Rita, que fora criada pelos Decretos Estaduais ns 1 e 1-A de 1892, passa a se chamar Paquequer Pequeno com o Decreto Estadual nº641 de 15 de dezembro de 1938 (atualmente, chama-se Vale do Paquequer). Com a Lei Estadual nº517 de 17 de dezembro de 1901, o distrito de Sebastiana (a freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Ribeirão da Sebastiana do Município de Nova Friburgo, criada pelo Decreto Provincial nº1270 de 26 de novembro de 1862, toma a denominação de Sebastiana com os Decretos Estaduais ns 1 e 1-A de 1892),compreendendo a área onde localiza se o Vale Feliz e Albuquerque as divisas de Conquista e Salinas, passa a ser o terceiro distrito do Município de Teresópolis. Este último distrito chegou a tomar o nome de Nhunguaçu com o Decreto-lei Estadual nº1056 de 31 de dezembro de 1943), mas atualmente é conhecido como Vale de Bonsucesso. Vale lembrar também que a mesma Lei Estadual nº43 de 1893 anteriormente mencionada também ordenava a transferência da Capital do Estado do Rio de Janeiro de Niterói para Teresópolis em decorrência da Revolta da Armada, porém antes que esta lei fosse cumprida a Lei Estadual nº50 de 30 de janeiro de 1894 ordenava a transferência da Capital do Estado para Petrópolis, local de nascimento de José Tomás da Porciúncula, o então Presidente em exercício do Estado do Rio de Janeiro.

Bairro do Alto em 1911, que marcou um dos primeiros anos do trem em Teresópolis

Durante o século XIX, o trem foi o principal meio de transporte e se expandiu mundialmente até a segunda metade do século XX. No estado do Rio, pioneiro no transporte ferroviário no país, havia um ramal que funcionava a partir do Cais da Piedade, onde atracavam as barcas de passageiros, até o distrito de Guapimirim, passando pelo centro do município de Magé. Até 1901, a estação de Guapimirim serviu como final da linha, até que iniciaram as obras para subir a Serra dos Órgãos. A expansão foi gradativa, chegando primeiro nas localidades de Barreira (1904), Miudinho (1905), Garrafão e Alto (1908), mais precisamente no dia 7 de setembro deste mesmo ano, quando todo esse trecho foi inaugurado oficialmente. Até então Teresópolis tinha uma via de transportes incipiente. Anos depois, foi notado que a estrada de ferro propiciou um certo progresso da área. Em 1919, com a administração da ferrovia tomada pela Estrada de Ferro Central do Brasil, o ramal foi prolongado até uma localidade denominada como “Várzea de Teresópolis”, onde foi construída uma nova estação terminal, a Estação José Augusto Vieira, em 1929. Os trens passaram a partir da Estação Barão de Mauá, no Rio de Janeiro até Magé, onde seguiam para Teresópolis pelo trajeto original. Na manhã de 9 de março de 1957, o trem desce a Serra pela última vez em direção à Guapimirim, para dar lugar a um novo plano rodoviário, marcando, assim, o final de uma era. No mesmo ano, em 1 de dezembro, é inaugurada a Casa de Portugal de Teresópolis, por um grupo de portugueses residentes no município.

Crescimento

Como citado anteriormente, o trem foi desativado em 9 de março de 1957, alternando o fluxo de desenvolvimento no sentido Sul-Norte, com o advento da ligação rodoviária com o Rio de Janeiro, que ocorreu em 1 de agosto de 1959, após ser inaugurada a Rodovia Rio-Teresópolis pelo então presidente da república Juscelino Kubitschek. Os antecedentes desta inauguração duraram cerca de duas décadas, partindo a ideia de Armando Vieira, em 1932, que sonhava com esta ligação rodoviária. A ideia foi tomando corpo até a fundação da Sociedade dos Amigos de Teresópolis, que tinha Carlos Guinle entre seus membros. Foi este grupo que deu início às obras do primeiro trecho da via, entre o Alto e o Soberbo, num total de dois quilômetros. Em 1948, estudos foram feitos para analisar a viabilidade da construção do trecho requerido, após solicitação do governo federal. A intervenção de Heleno Nunes ao almirante Lúcio Meira, ministro da viação na época, foi fundamental para aprovação do projeto e autorização da obra, que ocorreu em 1955, pelo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), hoje DNIT. O engenheiro Pierre Berman, auxiliado pelo irmão Raul Berman, colocaram o projeto em prática. Antes da construção do trecho da serra havia a necessidade de se acessar a cidade de Petrópolis a partir de Itaipava, numa viagem que durava cerca de três horas. A rodovia Rio-Teresópolis foi incluída como BR-4 no Plano Rodoviário Nacional, passando pela Baixada Fluminense, depois por Teresópolis, seguindo até São José do Além Paraíba e, dali, para o norte do país, num trajeto que corresponde à atual Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ).

Na década posterior à inauguração da rodovia, Teresópolis já sentiu os efeitos do desenvolvimento. Em 1960, foram criados o Cine Alvorada e o Colégio Nossa Senhora do Carmo. No ano seguinte, em 21 de abril, a Academia Teresopolitana de Letras (ATL) foi fundada por Arthur Dalmasso, importante figura do município.  Em 1962, o Hospital São José foi inaugurado e o Clube dos Diretores Lojistas de Teresópolis (CDL), fundado. Em 1965, a primeira edição do Festival Brasileiro de Cinema foi realizada, tornando Teresópolis pioneira em festivais cinematográficos no país. Em 1966, a Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO) foi fundada. Em 6 de julho de 1968, o Clube Comary foi fundado por dez personalidades, no bairro homônimo criado por Carlos Guinle 38 anos antes.

O crescimento gradual em tão pouco tempo tornou-se desordenado. A população aumentava e habitava residências de padrão regular, muitas delas em encostas de morros próximos a área central da cidade. Como exemplo podemos citar o bairro São Pedro, principal símbolo do processo de favelização de Teresópolis, iniciado na década de 1960, período de expansão industrial, e também de tragédias na Baixada, que causaram migração daqueles que buscavam fugir daquela realidade. Além de São Pedro, notava-se também que as favelas estavam se proliferando no bairro do Alto, principal de Teresópolis. Apesar de terem sido construídas 40 casas populares na área das Vidigueiras pelo prefeito Omar Magalhães, o crescimento desordenado não pode ser impedido. Este problema continuou com o passar das décadas, causado principalmente pela administração municipal. Celso Dalmaso viria a ser o segundo prefeito a construir casas populares: doze no bairro Caleme, para onde levou algumas famílias que estavam morando numa favela que surgia próximo ao Soberbo. Nessa época, a população de Teresópolis já ultrapassava os 98 mil habitantes, um crescimento de 34% em relação a década anterior. O sucessor de Dalmaso foi Mário Tricano, que no início do primeiro mandato, em 1989, prometeu casas populares à população. Daí, o processo de favelização acelerou drasticamente. Tricano construiu mais doze casas no Caleme, que se transformou em um bairro popular habitado por residências de padrão regular e irregular- mesma realidade do Matadouro e do Tiro (aglomerados subnormais dos bairros Fischer e Fazendinha, respectivamente).

Geografia

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a área do município é de 770 601 km², sendo que 11,340 km² constituem a zona urbana e os 759,261 km² restantes constituem a zona rural. Está a uma distância de 75 quilômetros a norte da capital fluminense, fazendo limite com os municípios de Cachoeiras de Macacu a leste, Guapimirim ao sul, Nova Friburgo e Sumidouro a nordeste, Petrópolis a oeste, Sapucaia a norte e São José do Vale do Rio Preto a noroeste. Oficialmente, Teresópolis faz parte da Microrregião Serrana, juntamente com os municípios de Petrópolis e São José do Vale do Rio Preto. Segundo estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esses municípios reuniam, em 2009, um total de 497 768 habitantes.

Relevo e hidrografia

No município, fisiograficamente predomina o relevo montanhoso e escarpado com vales encaixados. As unidades geológicas são basicamente constituídas de gnaisses e granitos. Os solos são predominantemente Cambissolos e Latossolos Vermelho-Amarelos nos interflúvios, enquanto nas várzeas predominam os Gleissolos e os solos aluviais. O centro tem altitude média de 869 metros, sendo que o ponto culminante do município está na Pedra do Sino, que atinge os 2 263 metros. Além da Pedra do Sino, Teresópolis conta com outros pontos culminantes que ultrapassam os dois mil metros de altura, como a Pedra do Papudo (2 245 metros), Agulha do Diabo (2 050 metros), Pedra Branca de Neve (2 040 metros), Seio da Mulher de Pedra (2 040 metros), São João (2 030 metros) e a Torre Maior de Bonsucesso (2 000 metros). Por suas formações montanhosas, a cidade é considerada a capital nacional do montanhismo.

O Rio Paquequer banha a cidade, enquanto sua nascente encontra-se na Pedra do Sino, com 2 100 metros de altitude. Dali atravessa a cidade e corre em direção norte, banhando áreas rurais, recebendo efluentes de origem industrial, doméstico e rural. Desemboca no Rio Preto, um afluente do Rio Paraíba do Sul. O município pertence a Bacia Hidrográfica do Rio Paquequer, que possui cerca de 269 quilômetros quadrados de extensão, e abrange não só o distrito principal, como o Vale do Paquequer Pequeno.

Clima

Teresópolis possui um dos climas mais agradáveis do Brasil, sendo caracterizado, segundo o IBGE, como tropical de altitude, ou também oceânico (tipo Cwb segundo Köppen), com temperatura média anual de 17,7 ºC e pluviosidade média de 1 816 mm/ano, concentrados entre os meses de outubro e abril, sendo dezembro o mês de maior precipitação. O mês mais quente, fevereiro, tem temperatura média de 20,8 °C, sendo a média máxima de 26,8 °C e a mínima de 16,3 °C. E o mês mais frio, julho, de 14,3 °C, sendo 20,6 °C e 9,7 °C as médias máxima e mínima, respectivamente. Outono e primavera são estações de transição.

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1980, a temperatura mínima absoluta registrada em Teresópolis, no Parque Nacional, foi de 1,2 °C em 17 de junho de 1973, e a maior atingiu 33,5 °C em 25 de dezembro de 1968. O maior acumulado de precipitação registrado em 24 horas foi de 182,6 mm em 4 de fevereiro de 1964. Outros grandes acumulados foram 161,6 mm em 28 de janeiro de 1961, 157 mm nos dias 12 de outubro de 1965 e 2 de abril de 1977, 156 mm em 10 de dezembro de 1976 e 151,1 mm em 28 de fevereiro de 1971.[30] O menor índice de umidade relativa do ar foi registrado em 22 de setembro de 1971, de 33%.

Dados climatológicos para Teresópolis (Parque Nacional, 1961-1990)
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima absoluta (°C) 33,2 33,1 32,6 30,2 28,3 27,4 28,3 30,9 33 33,2 32,9 33,5 33,5
Temperatura máxima média (°C) 26,6 26,8 26,2 23,3 21,7 21,1 20,6 22,2 22,6 22,7 23,5 25,1 23,5
Temperatura média (°C) 20,7 20,8 20,2 17,9 15,8 14,9 14,3 15,6 16,7 17,5 18,3 19,7 17,7
Temperatura mínima média (°C) 16,2 16,3 15,6 13,6 11,4 10,5 9,7 10,9 12,2 13,4 14,2 15,4 13,3
Temperatura mínima absoluta (°C) 10,3 9,1 7,7 6,1 3 1,2 2,4 3,4 3,2 6,2 6,2 7,8 1,2
Precipitação (mm) 401,9 322,6 263,3 226,3 120,7 69,8 83,4 101,3 143,7 264,5 351,5 425,4 2 774,3
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 19 15 14 13 9 7 7 8 10 17 18 19 156
Umidade relativa (%) 86,6 85,9 86,6 88,7 87,4 86,3 85,4 83,5 84,4 87,7 88,4 87,2 86,5
Horas de sol 159,7 152,6 162,9 151,1 163,7 158,9 169,4 180,4 144,5 117 118,2 137,8 1 816,2

Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (normal climatológica de 1961-1990;recordes de temperatura de 1961 a 1980).


Meio ambiente e ecologia

A vegetação nativa pertence ao domínio florestal Atlântico (Mata Atlântica). Teresópolis possui uma sede do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, que abrange também os municípios de Guapimirim, Magé, Petrópolis, sendo considerada a unidade máxima de preservação desse tipo de vegetação. No Parque, nas altitudes entre 100 e 1 500 metros encontramos espécies de vegetação como o baguaçu, jequitibá, canelas e canela-santa, caracterizada por suas floradas amarelas, todas atingindo até 40 m. Já acima de 2 000 m, a vegetação é representada principalmente por gramíneas e espécies que crescem sobre os rochedos. No meio dessa diversificação, encontra-se cerca de 462 espécies de aves, a maior riqueza registrada na Mata Atlântica; 82 espécies de mamíferos; 83 répteis e 102 anfíbios. Cerca de 130 espécies ameaçadas são protegidas pelo Parque. Entre os mamíferos destacam-se o muriqui (Brachyteles arachnoides), maior primata das Américas, e grandes predadores carnívoros, como o puma, ameaçado de extinção. Entre as aves ameaçadas estão a jacutinga e o tietê-de-coroa, ave endêmica da Serra dos Órgãos.

Problemas ambientais

Alguns dos principais problemas ambientais que a cidade sofre são as enchentes, que no período chuvoso provocam alagamentos nas áreas mais baixas e populosas, e os deslizamentos de terra nos morros e encostas. As causas destes problemas muitas vezes são as construções de residências em encostas de morros e áreas de risco, além do lixo e do esgoto despejado nos rios. Teresópolis não possui estação de tratamento de águas residuais, dessa forma o esgoto produzido na cidade é liberado diretamente para os cursos hídricos que cortam o perímetro urbano e, posteriormente, para o Rio Paquequer. As queimadas florestais destroem a mata nativa, comprometendo a qualidade do solo e prejudicando ainda a qualidade do ar, ocorrendo com mais frequência no verão. A Serra dos Cavalos é um ponto que sofre muito com as queimadas, que geralmente comprometem grande parte do seu solo.

Em contrapartida, recorrentemente são realizados programas de arborização nos principais logradouros, além do desassoreamento dos leitos dos rios, de modo a permitir o devido escoamento da água das chuvas. O Paquequer recebeu uma atenção especial nos últimos anos, afim de evitar os tais problemas que uma cheia poderia causar.

Demografia

A população do município em 2010, de acordo com o IBGE, era de 163 746 habitantes, sendo o décimo nono município mais populoso do estado, apresentando uma densidade populacional de 212,49 habitantes por km². Segundo o censo, 78 275 habitantes são homens e 85 471 são mulheres, sendo que 89,3% da população vive na zona urbana e 10,7% vive na zona rural. Ainda em 2010, Teresópolis possuía cerca de 118 944 eleitores. A população do município está em crescimento gradual. Em quatro anos, entre 2010 e 2014, a população aumentou em cerca de oito mil habitantes.

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Teresópolis é considerado alto pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Seu valor é de 0,790, sendo o 23° maior de todo estado do Rio de Janeiro (em 92 municípios). A cidade possui a maioria dos indicadores médios e parecidos com os da média nacional segundo o PNUD. A renda per capitaé de 13 029,25 reais e a expectativa de vida é de 77 anos para as mulheres e 69 anos para os homens.

Evolução populacional de Teresópolis
1940 1991 1996 2000 2007 2010 2014 2015 2016
29 594 120 709 124 563 138 081 150 268 163 746 171 482 175 060 174 587